Por serem áreas de atuação que abordam ser humano, é muito corriqueiro que as pessoas confundam as funções entre o hipnoterapeuta, psiquiatra e psicólogo. Em suma, são profissionais complementares, ou seja: atuam juntos em um mesmo caso, sendo que o paciente faz psicoterapia com o psicólogo, hipnose com o hipnoterapeuta e o tratamento medicamentoso com o psiquiatra. Logo, se torna conclusivo argumentar que podemos entender o psiquiatra como o “médico do corpo e do cérebro”, enquanto o psicólogo é o “médico da alma e da psique” e o hipnoterapeuta um “facilitador” de ambos processos por conseguir acessar diretamente o inconsciente do sujeito ( onde ficam nossas programações ) e poder reprogramá-lo.

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❖ No envelhecimento existe uma progressiva perda de recursos físicos, mentais e sociais, a qual tende a
despertar sentimentos de desamparo, podendo deixar o indivíduo impotente, indefeso, fragilizado para tomar suas próprias decisões, para enfrentar seus problemas e o cotidiano, não só diante dos familiares, mas também da sociedade como um todo.

O que é esquizofrenia?

Muitos não sabem, mas estresse crônico é o precursor de grande parte das doenças psicológicas, vale dizer que o modo como as pessoas lidam com os problemas é individual, ou seja, subejtivo.

O etilismo (dependência do etanol “álcool”) é um problema grave.

A resposta para essa pergunta é simples: não! Mesmo que o indivíduo não acredite, ela IRÁ funcionar. O sujeito só precisa, entender sua parte no processo e se permitir passar pela experiência.

Experienciar algo constitui que um evento do passado é reexperimentado pelo suejito como se estivesse ocorrendo tudo de novo. Relembrar é meramente ser capaz de recordá-lo e descrevê-lo sem que se esteja totalmente envolvido nele.

Dependendo da situação, pode se trabalhar apenas com as lembranças, mas às vezes é muito útil o “experienciar”.

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Nós, os seres humanos, somos tão propensos a falsas memórias que às vezes elas podem ser induzidas por um simples comentário casual de alguém acerca de um incidente que não aconteceu na verdade e, com o tempo, essa pessoa pode "se lembrar" do incidente, esquecendo a fonte da lembrança, e em decorrência, ela vai confundir o evento imaginado com seu verdadeiro passado.

A fase anal ocorre entre o segundo e quarto ano de vida da criança. Nesse momento ela está aprendendo a controlar a bexiga e os esfíncteres. Ocorre que neste processo de desenvolvimento é despertado um interesse pela autodescoberta, pois sua percepção de controle sobre a micção e a evacuação é associada a uma nova fonte de prazer, onde a mesma não só sentirá a sensação de alivio após a expulsão das fezes, como também perceberá que quanto maior for o seu controle fisiológico mais elogio receberá dos pais.

 

Contudo, também é nesta fase que ocorre o primeiro conflito da criança, pois algo que é digno de elogios também será motivo de repugnância por parte dos pais.

 

Tratando-se da fixação na fase anal, é comum encontrar em adultos atributos como: excesso de organização, obsessão neurótica por limpeza, sobriedade e a obstinação, que Freud chamou de caráter anal.

 

Outra característica da personalidade é o caráter retentivo, que é quando o sujeito passa manter consigo sentimentos que lhe causam certo desconforto sem saber como expressá-los.

 

Neste caso, a psicoterapia é fundamental para que não ocorra o sofrimento psíquico do sujeito em relação a todo sentimento que está sendo retido dentro dele, e o mesmo não venha desenvolver a somatização.

 

FASE ANAL.02

A fase fálica se inicia aos três anos de idade, nesta fase a criança tornar-se consciente das diferenças sexuais. Nesse momento, a excitação da criança está relacionada à presença física dos pais, e a mesma passará a lutar pela intimidade que os pais compartilham entre si.

 

A vontade de dormir com um dos pais, e até mesmo o ciúme que sente da atenção que um doa para o outro são características da fase fálica.

 

Como a necessidade da criança está ligada a dedicação dos pais em relação a ela, um deles passará a ser visto como ameaça à satisfação do seu desejo de atenção. Freud baseou-se na tragédia Grega e chamou essa situação de complexo de Édipo.

 

O complexo de Édipo se caracteriza pelo fato de o menino desejar atenção da mãe, e com isso afastar o pai, e a menina atenção do pai afastando-o da mãe.

 

Nesse desenrolar do desenvolvimento também existe a ansiedade de castração, que é o medo da criança ser castigada por esse comportamento.

 

É importante ressaltar que o termo “castração” não está relacionado de forma literal com a mutilação dos órgãos sexuais, e sim a uma experiência psíquica vivida na infância.

 

E apesar de a criança ver um dos pais como rival, ela ainda deseja a atenção dos dois para si.

 

Contudo, ainda na infância todo esse conflito é reprimido, e por volta dos cinco anos, esse apego aos pais volta-se para outras habilidades. E, então progredimos para uma próxima fase...

 

 

 

FASE FÁLICA.01

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