As crenças de alguém podem limitar ou ampliar a sua visão de mundo, bem como as decisões, atitudes e a escala de valores.

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No mundo atual, em que se cronometram os minutos e o estresse já virou lugar-comum, às pessoas anseiam por soluções mais rápidas para resolverem seus problemas e conflitos emocionais. A HIPNOSE É UMA FERRAMENTA PARA ALCANÇAR ESSA META.


DA HIPNOSE AO MÉTODO PSICANALÍTICO

Fernanda Canavêz de Magalhães
 

A hipnose tem suas raízes no mesmerismo e subseqüente fluidismo, métodos criados e utilizados por Franz Anton Mesmer. O primeiro sustentava a noção de que "os corpos dos animais e do homem são dotados das mesmas propriedades que o ímã" (Garcia-Roza, 1988, p.31), existindo neles um fluido universalmente difundido. Sendo assim, o contato com o ímã poderia ser substituído pelo contato com o corpo, tendo um efeito terapêutico. Para atender à demanda engendrada por certos êxitos inicias, Mesmer concebe a magnetização em grupo, sob a condição de que o fluido magnético poderia espalhar-se em pessoas imersas num reservatório contendo água. Nascia o supracitado fluidismo.

Dedé Santana fala de sua saúde e também da amizade com Renato Aragão em entrevista para Luciana Gimenez

DEPRESSÃO - os medicamentos são importantes, contudo, estes são incapazes de ensinar ao indivíduo habilidades para resolver problemas e maneiras de relacionamentos para a superação da depressão. A prescrição terapêutica pela HIPNOSE é necessariamente individualizada para cada indivíduo e, portanto, a solução mais plausível para este sintoma que é um estado de consciência passageiro.

Quando as pessoas passam por um grande trauma ou outros eventos desnorteantes – quando perdem o emprego ou uma pessoa querida morre, por exemplo – o entendimento de si mesmos ou de seu lugar no mundo geralmente se desintegra, e eles temporariamente “desmoronam”, experimentando um tipo de depressão conhecida como depressão existencial. Seus suplícios trazem à tona a natureza transitória da vida e a falta de controle que nós temos acerca de tantos eventos, e isso suscita perguntas sobre o sentido da vida e sobre nossos comportamentos.

 

Para outras pessoas, a experiência da depressão existencial parece surgir espontaneamente; ela surge de suas próprias percepções da vida, de seus pensamentos sobre o mundo e de seu lugar nele, bem como do significado da existência.

 

Embora não universal, a experiência da depressão existencial pode desafiar a capacidade de sobrevivência de um indivíduo e representar tanto um grande desafio quanto uma oportunidade – uma oportunidade de adquirir controle sobre a própria vida e de transmutar a experiência numa lição positiva – uma experiência que leve ao crescimento pessoal.

 

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Você sabia que qualquer processo de tratamento terapêutico pode ajudar você se for feito com breviedade ?

O que é depressão ?

Depressão é uma doença caracterizada por estado de ânimo sombrio (humor depressivo) e/ou falta de interesse, motivação, redução de energia mental e física, baixa autoestima, sentimento de inutilidade, ausência da capacidade de sentir prazer, alegria e felicidade (anedonia).

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DIFERENÇAS ENTRE TRISTEZA E DEPRESSÃO
O termo deprimido é muitas vezes usado como sinônimo de triste. Tristeza e depressão são coisas diferentes. Na verdade, a tristeza costuma ser um dos sintomas da depressão, mas só ela não basta para o seu diagnóstico.

Desejar muito é viver infeliz – o desejo inconsciente é algo inalcançável.

Primeiramente, é preciso lembrar que desapego e indiferença são conceitos bastante distintos que não devem ser confundidos. Desapego é saber dar importância ao que realmente vale a pena, sem focar excessivamente no que é dispensável, já a indiferença é uma falta de interesse que beira o descaso e a desconsideração.

A premissa do ato de apegar está justamente na ideia de que gostamos de algo a tal ponto de não querermos mais nos afastar.

Afinal, se coisas boas se vão é para que coisas melhores possam vir. Esqueça o passado, desapego é o segredo” - Fernando Pessoa.

O desapego emocional é uma condição psicológica que se refere à incapacidade – ou falta de vontade – de se envolver emocionalmente com outras pessoas. Para algumas pessoas, o desapego emocional é algo positivo, pois ajuda a protegê-las de dramas, ansiedade ou estresse indesejados.

O desapego emocional pode partir da própria pessoa, ou seja, é possível optar por permanecer emocionalmente afastado. Sendo assim, o sentimento pode ajudar a se preparar para situações que normalmente tirariam o melhor de você. Sendo uma medida protetora.

Inúmeras pessoas possuem uma característica que pode ser prejudicial para sua saúde mental e emocional, que é o apego – seja por coisas, ideias, pessoas ou situações. Isso acontece porque o afeto, quando excessivo, nos mantém reféns da vida, fazendo com que o dia a dia se torne pesado e sem alegria. Sendo assim, o ideal seria sempre estarmos preparados para aceitar possíveis e súbitas transformações em nosso cotidiano, como uma mudança de emprego ou de casa, a troca de um carro, o término de um relacionamento e até mesmo a morte de pessoas queridas. Sabemos que essas perdas podem gerar sofrimento, mas precisamos encontrar maneiras de encarar as decepções e continuar nossas vidas da melhor forma possível.

É bom lembrar que apesar dos dois sentimentos serem muito parecidos, o apego, no fundo, destrói o amor.

O apego causa todo tipo de sofrimento nas nossas vidas, pois trata-se de um falso amor e acaba se tornando uma limitação. Enquanto o amor é entrega, o apego é a possessividade. O amor deixa livre e o apego diz: “eu te possuo”. E é por apego que existem guerras, crimes, etc. No que se refere a relações afetivas, o amor é a prontidão para se mergulhar no outro.

De um modo geral, podemos dizer que as pessoas desapegadas são tranquilas, estão sempre em harmonia, pois conhecem a sua verdadeira essência e sabem que a possibilidade de perder alguma posse ou se distanciar de alguém não vai mudar a sua verdadeira natureza.

As pessoas apegadas podem apresentar diversos sintomas como ansiedade, fobia, depressão.

DESAPEGO EMOCIONAL NEGATIVO = o desapego acontece como resultado de eventos traumáticos que o tornaram incapaz de ser aberto e verdadeiro sobre suas emoções. Entretanto, como abuso ou negligência na infância. Crianças vítimas de abuso podem desenvolver o desapego emocional como um meio de sobrevivência. Além disso, elas também podem ter dificuldade em aceitar emoções, não sabendo como responder em um momento de alto estresse.

Dessa maneira, isso pode levar ao humor deprimido, à incapacidade de mostrar ou compartilhar emoções e problemas de comportamento.

Pessoas que tomam medicamentos como antidepressivos também podem experimentar o desapego emocional.

DICAS PARA PRATICAR O DESAPEGO EMOCIONAL

1.  Permita-se vivenciar os seus sentimentos e pensamentos e os aceite exatamente da forma como eles se expressam em você, sabendo que tem a capacidade para regulá-los.

2.  Não deixe de sentir determinados sentimentos que se manifestam no seu corpo, nem tente evitar que determinados pensamentos surjam em sua mente.

3.  Tenha claro que não somos os nossos sentimentos nem pensamentos, por isso eles devem ser filtrados pela nossa consciência para que não julguemos que somos tudo o que sentimos ou pensamos.

4.  Quando a nossa mente produz pensamentos que são angustiantes para nós, num primeiro momento devemos apenas observá-los. Não precisamos acrescentar mais nada a esses pensamentos ou julgá-los, somente deixá-los vir à tona e passar por nossa mente.

5.  Ao invés de todo o processo de raciocínio destrutivo, você apenas observará o seu pensamento, sem juízos, e dirá a si mesmo: “Ah, estou tendo um pensamento que me alerta que algo pode estar errado comigo. Eu não sou este pensamento. Eu não vou segui-lo. Focarei nas coisas que tenho que fazer hoje”.

6.  É importante permitir-se viver a sua experiência. Por exemplo, quando se sentir deprimido ou angustiado, tente perceber em que parte do seu corpo sente alterações físicas. É na zona da garganta? No peito? Na nuca? No estômago? Sinta e observe seu incômodo. Fique temporariamente com a sua dor, angústia ou ansiedade. Em seguida, aceite-a. Depois, oriente a sua atenção no sentido de aprender a lidar com os seus sentimentos e pensamentos, regulando-os, até que possam diminuir ou extinguir-se.

 

 

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