Em junho a funkeira precisou se esconder embaixo do carro durante troca de tiros de bandidos na Linha Vermelha, no Rio.

ETAPAS DO RELACIONAMENTO NARCISISTA

 

1ª fase- EXPLOSÃO DE AMOR: nessa fase, após escolher a vítima perfeita o narcisista enche ela de amor: elogia o tempo todo, gostam das mesmas coisas que você, está disponível 100% para você, diz frases como: “nunca mais vou te abandonar”, “como não te encontrei antes?”... e logo se declara para você, diz que te ama cedo demais presenteando até com aliança.

 

2ª fase- DESPREZO: nessa fase, após ter conseguido conquistar a vítima e tê-la em suas mãos o narcisista começa a despreza-la, criticá-la, diminuí-la, privação de sexo com o intuito de destruir a autoestima da vítima! Ela sem entender vai começar a fazer de tudo para conseguir resgatar a primeira fase tão perfeita, e é onde começa o desgaste!

 

3ª fase- DESCARTE: nessa fase, após desprezar a vítima, destruir sua autoestima e estar totalmente alimentado por suprimento narcisista ele a descarta! Da maneira mais fria possível e do nada. Dizendo a famosa frase: “eu não te amo mais”. A vítima sofre MUITO.

 

4ª fase- RECONQUISTA: o narcisista nunca termina um relacionamento. A vítima fica como “step”, quando faltar suprimento narcisista ele irá voltar para tentar te reconquistar e sugar mais de você! Só que se você ceder o abuso será ainda maior nessa segunda fase, porque ele sabe que o que fez com você anteriormente não foi suficiente. Portanto a melhor maneira de lidar com essa fase é agir de maneira neutra e não ceder a reconquista, pois seu sofrimento será garantido. Essa fase pode acontecer em meses ou anos, tem casos que ele reapareceu depois de anos.

 

QUEM SE IDENTIFICA?

 

 

Para àqueles que procuram os serviços de um profissional em coaching, temos excelentes indicações, lembrando que não atendemos nesta modalidade, mas ante a enorme procura, nos sentimos na obrigação de indicar os melhores profissionais do mercado.

O amor próprio é um termo muito popular mas que nem sempre é bem compreendido. O amor próprio não é uma ação, mas sim um estado no qual você se sente bem consigo mesmo. Neste sentido, o amor próprio é importante para viver bem. Influencia a forma como nos relacionamos com os outros, a imagem que projetamos no trabalho e o modo como enfrentamos os problemas.

 

O amor próprio é um elemento fundamental para o bem-estar das pessoas. No entanto, praticar o amor próprio pode ser um desafio para muitos de nós, especialmente em momentos em que enfrentamos desafios sérios. Não se trata de ser narcisista, mas sim de colocar-se em contato consigo mesmo, com seu bem-estar e felicidade.

 

O amor próprio é dinâmico. Cresce mediante atitudes que nos fazem amadurecer. O amor próprio nos faz sentir compaixão por nós mesmos como seres humanos, lutando para encontrar um significado pessoal.

 

08 dicas para alcançar o amor próprio:

 

1) Crie um ritual de amor-próprio.

2) Participe de uma comunidade.

3) Faça uma lista de coisas boas que já aconteceram.

4) Saiba que seu corpo é como um depósito.

5) Limpe seu armário.

6) Pare com as comparações.

7) Explore a sua espiritualidade.

9) Faça algo em que você é bom.

 

 

 

 

WhatsApp Image 2021 03 15 at 18.41.35

Como é bom “beber” na fonte... SEMPRE!

Hoje resolvi retroagir ao período dos pródromos da Psicanálise!
Entendendo o “sinal anunciador” compreende-se melhor o que se tem hoje.

No início era a catarse..., a ab-reação!
Foi a TEORIA DO TRAUMA (1897).
O paradigma era: “a cura consistiria em lembrar o que estava esquecido” (Freud, 1897).

Daí vem o “topos” (lugar, em grego)!
A TEORIA TOPOGRÁFICA (1900).
Os três “lugares” da mente: Consciente, Pré-Consciente e Inconsciente.
O paradigma passou a ser: “tornar consciente o que estiver inconsciente” (Freud, 1900).
A Teoria Topográfica, segundo Freud, mostrou-se, por demais, estática.
Também prefiro o “movimento”, sempre!
O “movimento” é bom! Como é!

Enfim, 1923.
A TEORIA ESTRUTURAL tripartide.
Que venha o Id e suas belas pulsões,
o EGO e suas funções e representações,
e o SUPEREGO e suas ameaças e culpas...
O paradigma tornou-se: “onde houver Id (e Superego), o Ego deve estar” (Freud, 1923).
Nessa prefiro, humildemente, o meu:
“derrama o Id no Ego e afoga o Superego com bolhas de vida”.

E o que dizer da CONCEITUAÇÃO SOBRE O NARCISISMO?
Talvez não uma teoria, mas...
Uma semente plantada (lá por 1906 a 1920) que continua germinando e crescendo com o sol a pino das 12 horas!
Germinou, sempre germinará, como diria Grunberger (1979), “onde houver o Narciso, Édipo deve estar”. Novo paradigma!

Enfim a DISSOCIAÇÃO DO EGO!
1940...
A clivagem do sujeito...
Ao apagar das luzes de sua imensa obra, Freud nos privilegia com o estudo da cisão ativa intrassistêmica!

O gênio de Freud possibilita que, entre avanços, transformações e sucessivos movimentos (sempre), ele construísse os alicerces essenciais do edifício metapsicológico e prático da psicanálise (Zimerman, David E., 1999).

Como é bom “beber” na fonte...
Proteína pura para quem ama a Psicanálise!

(Marcos Castro)

Quer esquecer um amor ?

.

Fico imaginando quando um relacionamento termina, e a ausência do outro é sofrida para você, principalmente se a decisão pelo término não foi sua, não é tarefa das mais fáceis.

O modo pelo qual cada indivíduo tem sua maneira única de SER e de perceber o mundo a sua volta é diferente para cada pessoa que cruza o seu caminho, logo, não importa o que você fale ou faça, os outros sempre irão fazer julgamentos e ter uma opinião única ou uma IMAGEM MENTAL de quem você é.

Perder alguém próximo e que amamos, as vezes causa uma dor insuportável.

 

A vida é um ciclo em que é preciso ser capaz de compreender cada uma das suas etapas.

 

        Falar de morte não é algo comum. Costumamos falar na vida como somente planos, sonhos, conquistas, perspectivas, chegadas, etc… e anulamos o fato da finitude, da partida, das perdas do fim, ou seja da morte que também é parte do ciclo da vida.

 

          É importante ressaltar que falar no assunto é fundamental para entender e saber como lidar com esse processo que faz parte da vida.

 

        Em nossa cultura ninguém é preparado para vivenciar os processos de perda, mesmo sabendo que mais cedo ou mais tarde estaremos diante desta situação.

 

Para quem fica a morte é sinônimo de luto, de tristeza e porque não de superação.

 

Para alguns, o luto parece eterno, para outros, é apenas mais uma etapa da vida em que o tempo irá resolver.

 

O luto também deve ser vivido, sentido e compreendido, para que possamos restabelecer nosso equilíbrio emocional interno.

 

O luto é o processo emocional e sentimental que vivencia a ausência e o vazio causado por uma perda, as vezes é associado à angústia da perda de algum ente ou pessoa que morreu, mas também vivenciamos o luto em outros tipos de perda, portanto, o LUTO é um processo, um conjunto de reações e emoções, resultado de uma perda muito impactante.

 

 

FASES DO LUTO

1) NEGAÇÃO

2) RAIVA

3) BARGANHA

4) DEPRESSÃO

5) ACEITAÇÃO

 

 

 

SINTOMAS DO LUTO

 

 

Além das que citamos aqui, há também uma lista comum de reações emocionais e psicossomáticas que caracterizam o luto:

a) Crises de ansiedade;

b) Estresse;

c) Crises de choro;

d) Dores de cabeça;

e) Compulsão alimentar;

f) Melancolia e culpa;

g) Insônia;

h) Desânimo intenso para realizar qualquer atividade.

 

 

Além de não nos apegarmos a uma ideia de que o luto ocorre em fases cronológicas, ordenadas, com tempo certo de duração, devemos saber que as etapas podem surgir bastante embaralhadas, ou seja, reações e sentimentos podem se misturar e se intercalar de forma bastante turbulenta. Especialmente no princípio do processo de luto, quando as emoções estão naturalmente caóticas.

 

Também é muito comum que, após o estágio da aceitação, eventos resgatem sensações que se julgavam superadas. Datas específicas, imagens, lugares, cheiros, músicas… Tudo pode suscitar uma lembrança afetiva, capaz de restaurar sofrimentos.

 

Isso não significa um retrocesso. É apenas testemunho de que o amor que sentimos não foi esquecido. O ente querido é parte de nós. Vive em nossa memória.

 

O acompanhamento psicológico não elimina a dor dessa ausência. O que a terapia promove é a memória saudável, que não se quer evitada por representar um peso.

 

Em nossas lembranças, podemos homenagear os entes queridos. Encontrar gratidão pelo tempo desfrutado juntos. Enfim, uma saudade que não encerra o luto, mas o transforma numa compreensão superior — quando a falta encontra a paz.

 

 

livro 2

CONCEITO - A depressão (CID 10 – F33) é uma doença psiquiátrica crônica que tem como sintomas tristeza profunda, perda de interesse, ausência de ânimo e oscilações de humor. Muitas vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas. Assim, é essencial diagnosticar a doença e iniciar acompanhamento médico.

 

CAUSA 1 – Ao contrário do que normalmente se pensa os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão, considerada por muitos como o "Mal do Século".

 

A depressão normalmente é causada por alguma situação perturbadora ou estressante que ocorre na vida, como morte de um familiar, problemas financeiros ou divórcio.

 

Acontecimentos marcantes como divórcio, desemprego e o fim de um relacionamento amoroso são causas frequentes de depressão, mas as situações que favorecem o estresse prolongado, como discussões frequentes no trabalho ou em casa também podem levar à depressão porque faz com que a pessoa passe a duvidar de si mesma e de suas capacidades.

 

Os traumas emocionais que podem surgir quando se é vítima de bullying ou sofre uma chantagem emocional também pode levar à depressão, porque quando a pessoa ouve frequentemente insultos com o passar do tempo, ela pode realmente acreditar que eles são verdade, diminuindo sua auto estima o que consequentemente favorece a depressão.

 

CAUSA 2 - No entanto, também pode ser provocada pelo uso de alguns remédios, como Prolopa, ou em caso de doenças graves, como câncer ou HIV, por exemplo.

 

O diagnóstico de doenças graves como AVC, demência, ataque cardíaco ou HIV, por exemplo, também pode causar depressão porque é preciso lidar com o preconceito, enfrentar tratamentos dolorosos ou ter que conviver diariamente com o medo de morrer. E quando se trata de doenças crônicas como diabetes, síndrome do intestino irritável ou lúpus, existem maiores chances de ficar deprimido porque é preciso mudar a alimentação, deixando para trás alimentos que gosta mas que agora são prejudiciais.

 

Além disso, os familiares que convivem com uma pessoa com câncer ou que tratam diariamente de pessoas totalmente dependentes também podem ficar deprimidos devido ao cansaço físico ou mental, sofrendo constantemente com o receio de perder o ente querido.

 

CAUSA 3 – Genética.

 

Psicologia.5.5 transparente 01

1. Trabalhe sua memória
Crie desafios para você mesmo para tentar se lembrar da maior quantidade de coisas possíveis. Force sua mente para que você se recorde dos detalhes que precisa abordar. Em algum tempo, essa tarefa será muito mais fácil para você.
 
2. Faça algo diferente repetidamente
Quando fazemos uma atividade nova repetidamente, nosso cérebro cria caminhos diferentes que ajudarão na praticidade com a qual faremos essa tarefa.
 
3. Aprenda algo novo
Mesmo que pareça óbvio, é importante lembrar que aprender qualquer habilidade nova oferece mais conhecimento ao seu cérebro.
 
4. Faça exercícios físicos
Não é exatamente uma novidade dizer que nosso corpo e nossa mente trabalham em conjunto. Por isso, fazer exercícios físicos e manter o funcionamento do seu corpo ativo e saudável é importante para que seu cérebro processe e memorize informações mais facilmente.
 
5. Passe tempo com pessoas que você gosta
Conversar com pessoas importantes para você ajuda sua mente a pensar mais claramente, além de melhorar seu humor.
 
6. Tenha uma alimentação saudável
Mais uma vez, manter seu corpo saudável mantém sua mente da mesma maneira. Além disso, faça com que o chocolate amargo seja parte de suas refeições, pois ele também ajuda o cérebro a produzir dopamina, um neurotransmissor responsável por acelerar o aprendizado e a memória.
 
 
 
Memória.03

Olá, gostou dos nossos cursos, tem alguma dúvida ? Preencha o formulário e ligamos para você