Como combater os fracassos? Por que os outros nos veem de forma diferente de como nós próprios nos vemos? Por que para os outros tudo parece ser tão fácil? Por que não consigo ser feliz? Por que mais de 50% dos brasileiros sofre de baixa autoestima?

 Fui conferir o conteúdo, e o que encontrei é um excelente texto que, com a devida autorização do Dr. Leonard F. Verea, reproduzo abaixo.

 

A Autoestima Como Reflexo de Si Mesmo

Cada pessoa pensa sente, fala e se movimenta da maneira que lhe é própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Essa autoimagem sempre tem aspectos físicos, sociais ou intelectuais. Nem sempre, porém, ela reflete essa dimensão múltipla. Com frequência, misturam-se todas as sensações num pacote único, perdendo-se a amplitude da personalidade, o que acaba por traduzir uma autoestima baixa.

A autoestima é um dos fatores que influenciam diretamente todas as atitudes que a pessoa pratica, na forma como vê o mundo, na sua autoavaliação, na imagem que passa aos outros. Ela se processa de acordo com as convicções que são passadas à criança, desde sua vida intrauterina até as outras fases do desenvolvimento humano. Na infância simplesmente absorve convicções, certas ou erradas, que carrega para o resto da vida e que vão contribuir para a construção da autoestima.

Ela não está, necessariamente, ligada à posição socioeconômica, à beleza física ou a status. Porém, o somatório desses e outros valores interfere diretamente no seu grau. Uma pessoa cuja autoestima é baixa está fadada ao insucesso, a carências e à insatisfação pessoal. Se, mesmo em nível inconsciente, não ama a si própria, como pode esperar que outras pessoas a amem? Todos os desajustes e conflitos psicossociais, preconceitos religiosos, raciais, conceitos distorcidos de velhice, de doença, de sexo, sentimentos de culpa, de pecado que lhe foram passados na infância, provavelmente a seguirão pelo resto da vida e influirão diretamente na sua autoestima.

Quando a autoestima é baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos de arriscar coisas novas e até de sonhar. Por isso, diz-se que a autoestima é um valor de sobrevivência. Vamos mudar isso? Você é aquilo que acredita, portanto, saber se dar valor abre um mundo novo de relacionamentos com pessoas semelhantes, mais respeitosas, confiantes e hábeis, pois nos tornamos mais abertos e mais claros. Evite também aquelas com baixa autoestima que rodeiam sua vida e a intoxicam em vez de alimentar.

Para que importantes mudanças aconteçam em sua vida, você deve seguir sete princípios básicos:

  1. Agora, somente agora
    Não quero viver no passado ou projetado no futuro: o que conta é o presente, viver o momento.
  2. Gostando mais de mim
    Visto a roupa que mais gosto. Faço isso por mim mesma e para me gostar mais, desde o começo do dia.
  3. Contradição? Que prazer!
    Normalmente me comporto assim, mas hoje farei o contrário. Desta forma acerto as contas com todas as partes que vivem em mim.
  4. Sentimentos de culpa? Adeus!
    O que foi feito está feito. Agora é melhor fechar os olhos e curtir ao máximo a minha transgressão.
  5. Prazeres e dores: uso e jogo fora
    Não fujo das emoções, as curto ao máximo. Depois, continuo vivendo.
  6. As palavras e os gestos para me estimar
    Olhos nos olhos, nunca perguntar “por que?”, nem “como sou azarado”.
  7. Nunca tem um jeito só
    Observei as coisas por pontos de vista diferentes: assim consegui sair do óbvio.

 


 

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